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Controle o seu pensamento e viva o agora.

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  Domingo tive uma manhã maravilhosa com minhas filhas, mas só aconteceu, porque fui viver o mundo real, e não dei atenção aos meus pensamentos ansiosos. Pois é, em alguns momentos eles querem tomar conta da minha rotina, e eu preciso estar atenta ao que desejo viver. Escolhi viver o presente, e me presentear com as alegrias da vida real com as minhas filhas.  Vai textão por aí, estão preparados? Acordamos no cedo de cada uma, tomamos café da manhã. Havíamos combinado passear no domingo, mas, como não passei muito bem na quinta e sexta, (Sinusite veio me fazer uma visita) pensei em descansar no domingo, ficar quietinha em casa. Este foi o meu pensamento, de quem adora ficar em casa, e que às vezes perde as oportunidades, por não se movimentar. Falei para as meninas que eu achava melhor, ficarmos em casa, pois, poderia estar muito cheio, está muito sol......blá, blá, bla´....... Olhei bem pra carinha da mais nova, e ela, muito genuinamente, disse: - Ah mamãe, mas eu queria tant...

Mãe, calma!!!

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Mulheres da minha vida

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              Neste mês de março venho homenagear as mulheres que carrego em mim, nesta foto, as 2 primeiras que fizeram parte da minha vida desde pequena – minha mãe (super estilosa), e minha avó (forte).             Ahhhh minha avó (Oba – avó em japonês), eu tinha uma ótima relação com ela. Lembro de tantas coisas com ela. Minha mãe sempre contou que a Oba foi a pessoa que a ajudou logo que cheguei em casa, foram comprar fraldas, na época (1975), as fraldas eram de pano. Lavou todas as fraldas, botou pra secar ao sol, passou, cuidou de tudo para que minha mãe iniciasse esta jornada com menos tensão. Hoje eu sei como é bem isso, ser mãe de primeira viagem, agora sou de segunda viagem, e ainda estou aprendendo como é caminhar neste lugar, quando devo mudar a rota para conseguir chegar da melhor maneira no objetivo final. Bom, mas estava falando das lembranças da minha...

Brincar, Viver, Amar

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  Este cara aí ao lado foi quem me ensinou brincar. Este é o meu pai, Seu Jaime. Faleceu em 2016, dia 19 de agosto, um dia antes do meu aniversário. Ele encerrou o seu papel de pai deixando belas recordações. Sempre que lembro dele, penso em alguma brincadeira, e que ele tinha um jeito dele para me fazer pensar, antes de tomar alguma decisão, por exemplo: Quando tinha uns 12 anos mais ou menos, eu queria fazer 9 furos na orelha, dizia que seria o máximo, nem pensava em dor, eu queria fazer. Ele, com toda paciência do mundo, disse:  - Quer furar? Mas, deixa eu te contar uma coisa; você sabia que a orelha é a única parte do corpo humano que não pára de crescer? Imagine, você com uns 60 anos, e a orelha cheia de furos. Sinceramente, eu imaginei uma orelha gigante, e com os furos acompanhando o tamanho da orelha. Sabe o que aconteceu? Não fiz os 9 furos, mas fiz mais 1. .  Bom, mas já que comecei contando sobre a minha infância sincerona no post anterior, vamos lá, continua...

Ser criança

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      Criança, ah, esse ser humano cheio de energia e sabedoria. Sim, eles sabem o que perguntar no momento que querem saber as coisas. Você se lembra disso? Lembra de como você agia quando era criança? Quando ficava curiosa/o, ou quando não gostava de algo, lembra qual era a sua atitude? A minha atitude quando eu ficava curiosa, era olhar com uma cara de ponto de interrogação, e perguntava, não pensava se deveria ou não perguntar. E se não gostasse de algo, eu fechava a cara, ou falava que não tinha gostado, acho mais que ficava como um livro que leio algumas vezes para as minhas filhas - Pedro vira porco espinho. Janaina Tokitaka, ed. Jujuba.      Lembro que minha mãe dizia que eu era muito tagarela, e que não falava mentira. Isso me complicou um pouco na escolinha. Tem uma história bem engraçada: uma bela manhã chamei uma "coleguinha" de piolhenta, e não me lembro se aconteceu algo comigo por ter falado isso para menina durante o horário de aula. ...

Enfim, o dia esperado!!!

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Ah, ser mãe sempre foi um desejo, acho que desde que comecei a pensar na minha fase adulta.  Não era uma criança que gostava de brincar com bonecas, na verdade, eu gostava de desmontar as bonecas, adorava saber como elas eram por dentro, e tinha uma grande decepção; eram ocas!! nada pra ver, uma vazio, uma frustração - este é um tema para o próximo post. Mas, vamos lá. Quando conversava com a minha mãe, inicialmente falava para deixa-la chocada, dizia assim:  - Mãe, eu quero ter filhos, mas não vou casar, produção independente! Quero criar meu filho sozinha. E vai crescer no mato, sem precisar de roupa, com liberdade. (quando descrevo mato, imaginava um local afastado, numa praia linda, que tivesse mar e cachoeira por perto. Imaginação de adolescente é assim) Minha mãe, em choque respondia: - Sua louca, acha que é fácil criar filho sozinha? Sustentar a casa, trabalhar, levar pra escola, pagar a escola, cuidar da saúde. Não é fácil não.  Mas eu a via fazendo...